terça-feira, 1 de novembro de 2011

Graça: favor de Deus que eu não mereço. Misericórdia: castigo merecido que Ele não me deu. É isso que sustenta todo meu viver. Amanheceu. As misericórdias de Deus se renovaram sobre mim. E essa é a causa de eu não ser consumido. Como entender? Como entender que o Deus maior que todo o universo se preocupe com uma simples poeirinha como eu? Tua fidelidade é além de tudo o que eu conheço. Quero Você!
Não consigo entender a graça, não consigo explicar a graça, mas posso sentir em meu coração que Ele me ama como eu sou. Tudo vai ficar bem, Jesus é meu amigo eu sei. E tudo vai ficar tão bem, Jesus está comigo.

Música de Daniel Alencar. Ela ilustra com perfeição o que Deus representa pra nós e quem somos pra ele.

domingo, 2 de outubro de 2011

Tua Paz



Tua Paz vai além do entendimento
Torre forte é o Teu nome
O justo se esconde em Ti
Tu conservarás em paz
Aquele cujo coração
está totalmente em Ti
Pois ele confia em Ti
Tu és meu Deus, meu Sar Shalom
Me deixaste Tua Paz
Paz que o mundo não traz
Paz, tenho paz
O Senhor é a minha paz
Paz, tenho paz
O Senhor é a minha paz
Tu és meu Deus, meu Sar Shalom
Me deixaste Tua Paz
Paz que o mundo não traz
Paz, tenho paz
O Senhor é a minha paz
Paz, tenho paz
O Senhor é a minha paz
Paz, tenho paz
O Senhor é a minha paz
Paz, tenho paz
O Senhor é a minha paz

Se paz a mais doce me deres gozar
Se dor a mais forte sofrer
Oh! Seja o que for, Tu me fazes saber
Que feliz com Jesus sempre sou
Sou feliz com Jesus
Sou feliz com Jesus, meu Senhor
Meu triste pecado por meu Salvador
Foi pago de um modo cabal
Valeu meu Senhor, On Mercê sem igual
Sou feliz, graças dou a Jesus
Sou feliz com Jesus
Sou feliz com Jesus, meu Senhor
A vinda eu anseio do meu Salvador
Em breve virá me levar
Ao céu onde vou para sempre morar
Com os remidos na luz do Senhor
Sou feliz com Jesus
Sou feliz com Jesus, meu Senhor
Sou feliz com Jesus, meu Senhor
Tenho paz
O Senhor é a minha paz
Paz, tenho paz
O Senhor é a minha paz

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Os Domingos Precisam de Feriados

“Os Domingos Precisam de Feriados
Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.

Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é
pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.

Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.

Hoje, o tempo de ‘pausa’ é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações ‘para não nos ocuparmos’. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.

O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.

Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.
Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado…

Nossos namorados querem ‘ficar’, trocando o ‘ser’ pelo ‘estar’. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI – um dia seremos nossos?

Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos…

Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair – literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é ‘o que vamos fazer hoje?’ – já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.

Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande ‘radical livre’ que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.

Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.

Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.

Rabino Nilton Bonder”

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O Valor de um Abraço

Duas irmãs ao nascer, foram para a incubadeira. 
Uma delas não tinha esperança de vida, e as enfermeiras, mesmo agindo contra as regras do hospital, colocaram-nas juntas. O mais incrível foi que ao colocá-las juntas, a que estava bem, abraçou a irmã, regulando assim o calor de seu corpo e seu pulso, e logo estabilizou-se seu ritmo cardíaco.



"Que não se esqueça de quanto é importante abraçar a quem amamos e de quanto bem faz a todos cobrir o coração com a calidez de um abraço..."



Artigo: Abraço Salvador

domingo, 28 de agosto de 2011

Corte sim, namoro não


CORTE
O PADRÃO DE DEUS PARA A SUA VIDA

A corte é fruto de uma nova mentalidade e consciência da necessidade de santificação diante de Deus (Ef 4:22-24), para que casais possam chegar ao casamento inteiramente puros diante de Deus, sem traumas, sem sentimento de culpa e acusação, sem gravidez, sem feridas na alma e livres para desfrutar de forma plena a bênção do casamento. Isto só é possível a partir de um relacionamento fundamentado em princípios bíblicos, no padrão que o próprio Deus determinou para a sua vida (Rm 12:1,2). Precisamos entender que o namoro é um relacionamento no padrão do mundo, uma legalidade para a defraudação*, lascívia* e fornicação*; um conjunto de valores e atitudes que vão numa direção diferente daquela que Deus planejou para nós. Por seguirmos o modelo de relacionamento do mundo acabaremos perdendo o melhor de Deus para nós (Fp 1:9-10). Não existem “alternativas”, a alternativa é somente uma única: escolha padrão de Deus para você!
* Defraudação (I Ts 4:6): Prejudicar, iludir. Roubar alguém ao criar expectativas, sem satisfazer o que foi prometido. É despertar uma fome que não poderemos satisfazer justamente prometendo algo que não podemos ou não iremos cumprir.
* Lascívia (I Ts 4:5): luxúria, sensualidade, paixão de desejo desenfreado.
* Fornicação: sexo entre solteiros.
*Concupiscência (I Jo 2:16) = ânsia; desejo; cobiça; paixão incontrolável, violenta.

As fases da corte:
1. Amizade: O desenvolvimento de uma amizade entre o casal é o início de tudo. A amizade está relacionada a alguma coisa e não com as duas pessoas envolvidas no relacionamento. Já a intimidade está relacionada com as duas pessoas. Numa amizade, algo fora dos dois os une, eles estão absorvidos em algum interesse comum e não olhando um para o outro.
2. Direção de Deus (Mc 12:30): A partir de certo momento começará a haver um interesse mútuo, que despertará ambos para um relacionamento maior do que uma simples amizade. Quando o casal tiver convicção de um sentimento mútuo especial, deverá entrar em oração, colocando diante de Deus este sentimento de um pelo outro, buscando desta forma um direcionamento quanto à Sua soberana vontade. Ambos devem compartilhar com muita liberdade as suas convicções, seus sentimentos e se existe paz dentro de seus corações neste tempo de oração.
Há dois sinais verdes que você deve observar nesta fase: A palavra de Deus sobre o assunto e se você está pronto para o casamento. Você está consciente e preparado para as responsabilidades de ser marido ou esposa? Você já alcançou um nível de estabilidade espiritual e emocional como solteiro que lhe dá respaldo num compromisso para a vida toda? Você está preparado financeiramente? Você precisa responder a estas perguntas de forma honesta antes de ir em frente num relacionamento.
3. Permissão dos pais (Ex 20:12; Ef 6:1-3): No momento em que o casal tiver compreensão de que tais sentimentos são correspondidos e agradáveis diante de Deus, o rapaz deverá procurar o pai da moça e, na sua falta, a sua mãe e, na sua falta, a pessoa responsável por ela (pode ser inclusive o líder de sua célula), a fim de compartilhar e comunicar o desejo de manter um relacionamento mais próximo, visando o casamento. Havendo a permissão dos pais, o casal pode então prosseguir. Algo lindo que ocorre na corte é o envolvimento total dos familiares permitindo assim maior comunhão entre eles.
Se não houver a concordância daqueles que são teus pais e líderes espirituais, você deve considerar e esperar. As autoridades são ministros de Deus para o teu bem. Não se oponha a autoridade, para que você não venha resistir a ordenação de Deus e trazer sobre a tua vida condenação (Rm 13: 1-5). Talvez não seja o tempo...
4. Mantendo as prioridades (Mt 6:33): Sobretudo, durante este processo, o mais importante é que saibam investir no relacionamento com Deus, buscando uma vida de santificação e pureza, se fortalecendo pela Palavra e pela oração, para que possam levar a bom termo o relacionamento que, de acordo com a Bíblia, após o casamento, deverá ser “até que a morte os separe”.
5. Um relacionamento orientado pelo Espírito Santo (I Ts 4:1-8; Gl 5:16,24,25; Rm 8:5-8; Cl 3:5; II Tm 2:22): Não é nossa proposta ditar regras, uma vez que a Bíblia já deixa claro como deve ser o relacionamento do cristão antes do casamento. Mesmo assim, queremos esclarecer alguns pontos no tocante ao contato físico. A pessoa sabe, com certeza quando está defraudando ou sendo defraudada. Deverá ser desenvolvido então um relacionamento que permita ao casal estar junto sem, no entanto, elevar a temperatura, que é o grande risco. Pegar na mão, colocar a mão no ombro da moça, dar um beijo no rosto, na mão ou na testa são ações que podem eventualmente ser realizadas sem prejuízo para o casal. No entanto, cada pessoa tem o seu limite. Se qualquer uma destas atitudes leva o jovem a desejar o pecado e entrar em tentação, então não faça. Proteja-se. A defraudação começa exatamente neste ponto, despertando desejos que não poderão ser satisfeitos neste momento, partindo para abraços apertados, beijos na boca, carícias pelo corpo, etc. Em relação a isso, não só o contato físico pode gerar desejos pecaminosos, mas circunstâncias como: permanecer a sós em casa, no carro, em lugar escuro, deserto, etc. A interação física nos incentiva a começar algo que não devemos terminar, despertando desejos que não estamos autorizados a consumar, acendendo paixões que devemos apagar.
Deus exige pureza em todos os aspectos. Ele sabe que levaremos as memórias e alianças de nosso envolvimento físico do passado para o casamento, bem como traumas, culpa, insegurança e outras conseqüências que são extremamente prejudiciais.
Semeando boas sementes no casamento e na vida familiar

Precisamos entender que começamos a investir em nosso casamento e vida familiar muito antes de nos casarmos. A lei da semeadura e da colheita é um princípio espiritual que se aplica a qualquer área das nossas vidas e, especialmente nos relacionamentos. Seja qual for a semente que estivermos plantando ela certamente germinará, crescerá e frutificará com abundância (Mc 4:26-29).

Se antes do casamento semearmos defraudação, colheremos sentimentos de culpa, ciúmes, insegurança. Se semearmos lascívia, colheremos vida sexual problemática, adultério, luxúria ou então frigidez. É impossível semearmos pecado e colhermos bênçãos. Não podemos ter um relacionamento nos padrões do mundo e depois um casamento nos padrões de Deus; embora o nosso Deus seja poderoso para restaurar e restituir tudo aquilo que foi manchado pelo pecado e tocado por Satanás. Mesmo assim, as sementes sempre germinarão... e, inevitavelmente veremos os seus frutos. Casamentos fundamentados em más sementes um dia precisarão de libertação, cura interior, tratamento, e semeadura de muitas novas e boas sementes...

Por isso, a corte é um conjunto de atitudes e valores nobres e santos, é um bordão infinito de boas sementes para serem plantadas no campo fértil, abençoado e aprovado por Deus: o relacionamento entre duas pessoas que Ele mesmo uniu.

A corte nos coloca numa posição de alerta em relação às artimanhas do inimigo em semear sementes malignas. O texto de Mt 13:24-28 nos mostra que o inimigo semeia joio no meio do trigo enquanto todos dormem. O namoro tira a atenção e os pensamentos das coisas que são do alto (Cl 3:1-5), trazendo um adormecimento espiritual, e facilitando que o inimigo semeie más sementes. Quando a pessoa se dá por conta, o seu relacionamento até pode ter sementes boas, mas também encontrará joio plantado.

O problema do namoro
Namorar: Inspirar amor a; apaixonar; cativar; atrair; seduzir; desejar ardentemente; cobiçar; empregar todos os esforços por obter; fitar (alguma coisa) de maneira insistente e com vontade de possuí-la.
Namoro: Namoração, galanteio, chamego, grude.
O namoro é como um carrinho de compras desalinhado. Você quer andar em linha reta, mas o carrinho parece ter uma mente própria e insiste todo o tempo em desviar-se do curso e promover desastres. Uma pessoa com um carrinho desalinhado não tem sossego, cada manobra se torna uma verdadeira batalha. E quanto mais cheio o carrinho, pior fica!
Da mesma forma quando optamos pelo carrinho do namoro enfrentaremos inúmeras batalhas entre vontades. Ele quer sempre sair do caminho retilíneo e estreito que Deus nos propõe e nos ordena, mesmo que nossa vontade seja a de permanecer neste caminho!
Assim, muitos casais que tinham boas intenções acabam vendo seus relacionamentos pouco a pouco enveredarem por lutas na área de intimidade física e emocional, a experimentarem tensões contínuas e por fim ficarem totalmente desgastados.
Vemos incontáveis tentativas frustradas ao nosso redor, mas ainda achamos que nós conseguiremos domar o carrinho. A verdade é que nós jamais conseguiremos domar o carrinho do namoro. Ele é defeituoso! Toda a sua estrutura se baseia em atitudes e padrões culturais defeituosos para um relacionamento. Mesmo aqueles cristãos que evitam a maioria das armadilhas de sexo antes do casamento e términos de namoros traumáticos, geralmente gastam muita da sua energia lutando contra a tentação.

A seguir está uma lista de defeitos que o namoro tende a apresentar

1. O namoro leva à intimidade, mas não necessariamente a um compromisso.
A intimidade emocional que se aprofunda sem a definição de um nível de compromisso é initidamente perigosa. Compromisso define alvos e propósitos. A intimidade física é algo lindo que Deus deseja que experimentemos, mas apenas dentro do compromisso do casamento. A intimidade sem compromisso desperta desejos – emocionais e físicos – que nenhum dos dois pode satisfazer se agirem corretamente (É o que I Ts 4:6 chama de “defraudar”). Na intimidade ninguém nunca acha que vai “passar dos limites”, mas quem já viveu a triste experiência alerta: quanto mais se avança, mais difícil de retroceder. A tendência é ir sempre em frente.
Na corte o tempo de compromisso e dedicação é, na verdade, um privilégio. Compromisso é conhecer bem a outra pessoa com suas falhas e qualidades, conhecendo o seu caráter (uma das maneiras de se conhecer o caráter de alguém é pelas escolhas e decisões que a pessoa faz e toma a cada dia). Compromisso é ter em mente que àquela pessoa que você decidiu amar, é pelo resto de sua vida.
2. O namoro tende a pular a fase da “amizade” de um relacionamento.
Em uma amizade verdadeira você não se sente pressionado sabendo que gosta de outra pessoa, ou que ela gosta de você. Você se sente livre para ser você mesmo e fazer as coisas juntos sem gastar horas e horas na frente do espelho, assegurando-se de que você esteja perfeito e outras preocupações deste tipo.
Amizade é quando as duas pessoas andam lado a lado, em direção a um objetivo comum. Os interesses mútuos se aproximam (ex.: servir a Deus). Já o namoro faz com que as pessoas deixem de olhar para frente e comecem a olhar apenas uma para a outra.
3. O namoro geralmente confunde relacionamento físico com amor.
Se o estágio da amizade é pulado no relacionamento, a lascívia freqüentemente se torna o interesse comum que atrai o casal. Como resultado, eles avaliam a seriedade do seu relacionamento pelo nível de envolvimento físico.
4. O namoro geralmente isola o casal de outros relacionamentos vitais.
Pela própria definição, o namoro é basicamente duas pessoas com o foco uma na outra. O namoro é auto-centralizado. Na maioria dos casos o resto do mundo vira um pano de fundo esmaecido; o casal se isola de outros relacionamentos que são vitais e fonte de conselhos importantes (Pv 15:22).
A atenção exclusiva normalmente esperada em um namoro tem a tendência de roubar dos dois a prioridade pelo serviço na igreja, de isolar os amigos, familiares, etc...
5. O namoro, em muitos casos, tira a atenção dos jovens adultos de sua principal responsabilidade, que é preparar-se para o futuro.
Uma das tendências mais tristes do namoro é desviar os jovens adultos do desenvolvimento dos seus talentos e habilidades dadas por Deus. Ao invés de equiparem-se com o caráter, formação acadêmica e experiência necessária para obter o sucesso na vida, muitos permitem serem consumidos pelas necessidades atuais que o namoro enfatiza.
Manter um relacionamento requer muito tempo e energia. E isso pode tirar o foco do trabalho profissional, estudos, igreja, amigos e tantos outros.
6. O namoro pode causar desgosto com o tempo de estar solteiro dado por Deus.
Ec 8:6a nos fala: “ Porque para todo o propósito há tempo e modo” e Pv 15:23b: “... a palavra a seu tempo, quão boa é !”. O mundo prega a satisfação imediata, mas Deus nos instrui sobre o princípio das épocas certas para todas as coisas. Todas as estações da nossa vida tem diferentes ênfases, focos e beleza. Nenhuma é melhor do que a outra, e cada uma possui seus próprios tesouros singulares. Também cada época é construída com base na anterior.
Cuidado!!! Um relacionamento baseado na paixão, no dizer “Eu te amo”, fora do tempo certo, fora do real compromisso, tira oportunidades infinitas de crescimento, aprendizado, serviço, relacionamento com Deus, chamado. Podemos ser culpados de mau uso do privilégio de sermos solteiros. É quando permitimos que um desejo por algo que Deus obviamente ainda não nos deu, roube a nossa habilidade de aproveitar e apreciar o que Ele já nos deu.
O apóstolo Paulo tinha uma preocupação na maneira do solteiro em servir ao Senhor (I Co 7:32, 35). Deus quer que aprendamos a paciência e a confiança necessária para esperar pelo seu tempo perfeito em todas as coisas, incluindo a nossa vida amorosa. Isto significa confiar na bondade de Deus, sabendo que Deus nega coisas boas no presente somente porque Ele tem algo melhor para nós no futuro.
7 . O namoro cria um ambiente artificial para avaliar o caráter de outra pessoa.
Ambiente artificial podemos aqui, por analogia, entender por hipocrisia. Hipocrisia em português é o indivíduo que deliberadamente e por hábito professa ser bom, quando está consciente que não é tal. A origem do termo significa ator.
As pessoas que querem sinceramente descobrir se determinada pessoa é uma boa opção para o casamento precisam entender que o namoro típico, na verdade, atrapalha este processo. O namoro é um envolvimento num ambiente artificial para duas pessoas interagirem. Conseqüência disso, cada pessoa pode facilmente apresentar uma imagem igualmente artificial. Em um ambiente artificial (namoro), a pessoa pode usar atitudes cheias de charme, carro legal, paga as despesas, muitos presentes, etc. Ser uma pessoa divertida em um passeio não diz nada sobre o seu caráter ou a sua habilidade em ser um bom marido ou boa esposa.
Duas pessoas que estão avaliando a possibilidade de se casarem, precisam ter a certeza que elas interagem não apenas em situações divertidas e românticas.
O namoro é artificial, porém o casamento é real. Sabe por quê ???
O casamento retrata uma só carne, para consagrar um ao outro em amor e honra, vivendo na alegria ou na dor, na saúde ou na enfermidade, na riqueza ou na pobreza, conservando um para o outro um compromisso até “que a morte os separe”.
As novas atitudes que a corte propõe

Se quisermos viver o “estilo de vida de Deus” nós devemos abraçar um padrão revolucionário, um conjunto de atitudes e valores realmente radicais neste mundo que se corrompe. As atitudes e práticas do namoro na nossa cultura não são apenas pecaminosas e tendenciosas ao pecado, mas são também bagagens desnecessárias que nos atrapalham de correr com perseverança a carreira que nos está proposta (Hb 12:1-3).

Muitos cristãos chegam ao casamento com uma pergunta que não tem coragem de verbalizar: “Será que Deus tem me dado o melhor dele?”. No entanto, a questão que deveríamos fazer primeiro é: “Será que eu estou dando a Deus o melhor de mim?”. Queremos tanto que o Senhor separe para nós um cônjuge de Deus para com ele formarmos uma família de Deus, mas para isso precisamos ser um homem ou mulher de Deus que querem se relacionar à maneira de Deus! Se o namoro nos estimula a assumir o estilo de “amor” do mundo (egoísta, governado pelos sentimentos e pela carne), então o namoro deve partir. Devemos parar de tentar encaixar os princípios de Deus em estilos de vida que a sociedade define como bom. Os valores e atitudes de Deus devem redefinir o nosso modo de vida.

A corte propõe novas atitudes que são fruto da visão que Deus nos dá a respeito do amor, pureza e estar solteiro. 
 
A seguir está uma lista destas novas atitudes que a corte propõe:


1. Cada relacionamento é uma oportunidade para dar forma ao amor de Cristo.
Quando se tem isto em mente, não se investirá tempo e esforço tentando chamar a atenção sobre si ou provocar uma reação de atração na outra pessoa. A corte propõe que se trate os outros como irmãos (Rm 12:10) e não como namorados em potencial. O apóstolo Paulo instruiu seu discípulo Timóteo a tratar as mulheres jovens “como irmãs, com toda pureza” (I Tm 5:2).,
O amor deve permear todos os nossos relacionamentos, e deve ser da forma como Deus o define: sincero, com coração de servo e abnegado. Não o tipo egoísta e sensual baseado naquilo que nos dá uma sensação gostosa. Não podemos amar como Deus ama e namorar como o mundo namora.
2. Os anos como solteiros são presentes de Deus para nós.
O namoro rouba muito da flexibilidade, liberdade e do foco de estar solteiro. Devemos entender que estar solteiro não é estar incompleto – como o mundo prega – mas é um período importantíssimo nas nossas vidas e um presente de Deus. É um tempo de andarmos rápido, com o tempo e a energia disponibilizada, podendo buscar amizades mais profundas com pessoas de ambos os sexos e um ministério mais eficiente. Como solteiro você tem a liberdade de explorar, estudar e crescer em todas as áreas. Nenhuma outra época da sua vida oferecerá isso.
Precisamos viver sabiamente, aproveitando ao máximo cada oportunidade, remindo o tempo (Ef 5:15). Ou seja, enquanto você espera pelo seu casamento... mexa-se! Quando nos concentramos em “aproveitar o tempo”, não só aproveitamos ao máximo cada momento, mas também nos preparamos para a próxima etapa de nossas vidas. Nossa fidelidade nas pequenas coisas nos garantirá o direito de lidar com responsabilidades maiores para frente.
3. A intimidade é a recompensa do compromisso – eu não preciso buscar um relacionamento romântico antes de estar pronto para me casar.
Deus criou cada um de nós com um desejo por intimidade e Ele quer satisfaze-lo. Enquanto estamos solteiros, este desejo não vai desaparecer, mas Deus quer que tenhamos paciência para esperar. Se não estamos em condições para entrar em um casamento, não é tempo para nos envolvermos com alguém. Muitos passam anos se iludindo num relacionamento para “um dia” dar em casamento.
A intimidade custa compromisso, este é o preço. Se eu não estiver preparado para isso, não devo ir em busca de um relacionamento romântico. É como sair para fazer compras sem dinheiro. De que adianta achar a roupa ideal se eu não tiver dinheiro para leva-la para casa? E eu não posso ficar anos e anos olhando-a na vitrine ou experimentando-a no provador.
4. Eu não posso “ser dono” de alguém fora do casamento.
O casamento é a única condição para que duas pessoas sejam uma só carne, compartilhando intimidade emocional, espiritual e física. Uma pessoa só é parte e dona da outra nesta condição (I Co 7:3-4). Isto quer dizer que eu não posso requerer o tempo, a afeição, o corpo e o futuro de alguém antes do casamento.
Além disso, Deus projetou a nossa sexualidade como uma expressão física da unidade do casamento. Deus a guarda cuidadosamente e coloca muitas condições, pois a considera extremamente preciosa. Um homem e uma mulher que comprometem as suas vidas um ao outro no casamento ganham o direito de expressarem-se sexualmente um ao outro; eles se pertencem.
Se alguém não é casado, não tem nenhum direito sobre o corpo de ninguém, nenhum direito a intimidade sexual. Se o corpo de outra pessoa não nos pertence (isto é, se não estamos casados), que direito temos de tratar alguém diferentemente de como uma pessoa casada trataria uma outra que não fosse o seu cônjuge? Esta questão é a que delimita os contatos físicos na corte. Ou seja: aquilo que uma pessoa casada não faria o solteiro também não deve fazer.
O mundo prega que o casado não pode ter intimidade com outra pessoa (sem ser o cônjuge) porque já se casou, mas o solteiro pode, porque está livre. Isto é uma mentira de Satanás! Nem o casado nem o solteiro podem ter intimidade com outra pessoa fora do casamento!
5. Evitarei situações que podem comprometer a pureza do meu corpo e mente.
A pureza vai muito além do que permanecer virgem. Para vivermos em pureza é preciso adotar um estilo de vida drasticamente diferente do mundo, evitando todo tipo de situações que favorecem o comprometimento de valores e que encorajam a tentação. A verdadeira pureza é uma busca persistente e determinada pela retidão, por agradar a Deus à maneira de Deus.
A impureza não é algo que entra de repente, mas vai tomando conta gradativamente, à medida que tiramos Deus do foco. Nos namoros, a impureza começa muito antes dos momentos de paixão carnal (Mt 5:28). A pureza não se define por uma linha ou regra. Se assim fosse, o que nos impediria de ir o mais perto possível da beirada? Deus exige um coração puro! (Sl 24:4). A direção da pureza começa no íntimo, você deve apóia-la em decisões práticas do dia-a-dia a respeito de onde, quando e com quem você escolhe estar.

Considerando o desafio:
Você está disposto a quebrar as regras da sua cultura para experimentar o melhor de Deus?
Você realmente confia Nele? Você crê que abrindo mão de algo “bom” agora por ser a horaerrada, Deus irá trazer algo melhor quando for a hora certa?
• Você está disposto a entregar tudo a Ele, consagrando –se com total desprendimento? Você e eu nunca experimentaremos o melhor de Deus – estando solteiros ou casados – até que entreguemos tudo a Ele. É tempo de uma nova atitude.
Você aceita o desafio de parar agora com o seu namoro para buscar a direção de Deus juntamente com o seu líder espiritual? Lembre-se: Continuar num relacionamento inadequado somente aumenta a dor quando ele finalmente termina. Tenha coragem de obedecer agora. A obediência irá preservar de muita tristeza e sofrimento no futuro.
Se você já tem a direção de Deus, mas não está pronto para casar-se em seguida, você está disposto a limitar o tempo e a energia que vocês estavam investindo um no outro? A transformar o seu namoro em corte? A parar de focalizar a atenção de um no outro para serem apenas amigos por enquanto? Passar a limpo nem sempre significa terminar um relacionamento. Algumas vezes é somente reajustar o foco dentro dos princípios de Deus para evitar que ele continue indo na direção errada. Faça uma aliança com o seu líder espiritual de prestar-lhe contas do seu relacionamento. Lembre-se: ele está do seu lado! Seja humilde para pedir-lhe conselhos e correção.
Você está disposto a guardar o seu coração (Pv 4:23), para que não venha se envolver emocionalmente com a pessoa errada ou na hora errada? Quando isso acontece é muito difícil lidarmos com o que vem a seguir, pois do coração procedem as fontes da vida. Não deixe que esta fonte fique poluída! Apresente o seu coração diante de Deus e peça-lhe que o ajude a guarda-lo para a pessoa certa e na hora certa. Lembre-se que o nosso coração é enganoso e desesperadamente corrupto (Jr 17:9). Precisamos orar como Davi: “Dispõe-me o coração para só temer o teu nome” (Sl 86:11) e “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (Sl 51:10).
Você está disposto a eliminar da sua vida todo tipo de influência pecaminosa? Coisas como livros e filmes românticos, novelas, músicas mundanas, amigos obcecados por namoro, e coisas semelhantes que conflitam com o seu compromisso de buscar o melhor de Deus nos relacionamentos? Estas coisas causam descontentamento ou abandono dos valores de
Deus, e contaminam sua mente e sentimentos.Busque arrependimento genuíno a tudo que contaminou a sua vida na área de relacionamentos. Receba o perdão de Deus, porque Ele já o perdoou (Hb 8:12), e siga em frente. Uma vida de pureza o aguarda!

“Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” Jr 29:11 

Fonte de pesquisa:
• Livro: Eu disse adeus ao namoro – Joshua Harris – Ed Atos
• Livro: Sua perfeita fidelidade - A estória da nossa corte - Eric & Leslie Ludy – BG Gráfica, Editora e Comunicações Ltda
• O Novo Dicionário da Bíblia – Organizado por J.D. Douglas
• Artigos da Internet:
o Compreendendo mais sobre a corte (2003)– www.lagoinha.com/noticias
o Namoro versus corte (2003) - www.lagoinha.com/noticias
o Namoro ou corte? (2003) – www.solteiroscristaos.com.br/perguntas


Artigo retirado do site Ministério Apostólico Atos Dois

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

União é bênçãooooo!!!!!

Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.
É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.
Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre. (Salmos 133)


   O monte Hermom tem mais de 2700 metros de altura e está situado no norte de Israel. Boa parte do ano ele fica coberto de neve e gelo, e no verão uma parte da neve descongela transforma-se em águas para banhar regiões próximas e distantes. A umidade vinda de lá também gera um denso orvalho, tranzendo fertilidade para a terra árida da região. É com o orvalho desde monte que a união do povo de Deus é comparada, pois ela torna as pessoas frutíferas e espalha bênçãos (coisas boas que Deus nos dá). Somente quando os cristãos estão em harmonia eles têm condições de abençoar e influenciar outras pessoas, pois conseguem espalhar aquilo que é sua essência.
   Assim como o orvalho vem para fortalecer, a união fortalece o povo de Deus. Quando ele vive unido, corações "secos" voltam a frutificar, trazendo vida e vigor ao grupo todo. No texto de hoje, a união é descrita com figuras que lembram aroma e frescor - o oléo precioso e o orvalho. A alegria da união, mesmo sem forma precisa, é penetrante, envolvente e refrescante como estas figuras. Em especial, o orvalho é o símbolo do que Deus quer dar ao seu povo que vive unido: a bênção. Assim, a união é fonte de bênção, que vem daquele que é capaz de dá-la: o Senhor; ela não depende de sacerdotes, como na tradição antiga. O Senhor abençoa o seu povo quando ele vive este tipo de união e amor entre os irmãos, e a bênção é dada de maneira especial no momento em que o povo está reunido. A união respinga para todos os lados amor, carinho, compreensão. A própria união é bênção - o texto diz que é boa e agradável. Hoje, com tanta desunião no mundo, vemos a importância e o valor da união do povo de Deus. A vida eterna será concedida a este povo que busca a união, mostra que deseja servir e obedecer ao Senhor.

A união do povo de Deus é um precioso presente dele.


Gentee... que tremendoo esse texto e essa reflexão retirada do livro de devocionais - Pão Diário.  Principalmente quando a gente vive isso... Nossa! Muito forte! rsrs... Tinha que compartilhar...

Que possamos a cada dia desfrutar desse precioso presente que Deus nos deu... a nossa união!

Glória a Deus!!!!!!!!! \o/\o/\o/

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amizade

"Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento." (1Coríntios 3:6)

Precisamos de pessoas para plantar, para regar em nossas vidas para que Deus possa nos dar o crescimento!

Eu não posso crescer sozinho. Os seus amigos são uma ferramenta que Deus colocou em sua vida para o aperfeiçoar!

Paulo, Timóteo e Barnabé entendiam isso.

Paulo - líder que tem autoridade. Precisamos de pessoas para nos ajustar, precisamos dos líderes para nos admoestar, para prestar-mos conta.
Barnabé - Amigo para andar junto, para chorar junto.
Timóteo - é aquele a quem nós instruímos e somos instruídos. Aprendemos muito um com o outro, crescemos juntos!
Onesíforo - é aquele que não tem vergonha de ser seu amigo, mesmo se você estiver numa prisão.

Der valor aos seus relacionamentos. Não aceite ser qualquer coluna!


Pois, como dizem as Escrituras Sagradas: “Vocês já descobriram por vocês mesmos que o Senhor é bom.”
Cheguem perto dele, a pedra viva que os seres humanos rejeitaram como inútil, mas que Deus escolheu como de grande valor.
Vocês, também, como pedras vivas, deixem que Deus os use na construção de um templo espiritual onde vocês servirão como sacerdotes dedicados a Deus. E isso para que, por meio de Jesus Cristo, ofereçam sacrifícios que Deus aceite. (1Pedro 2:4-6)

Que o Espírito Santo seja nosso melhor amigo e deixemos que Ele nos ensine e nos use como uma coluna para abençoar outras vidas! Ou seja, para sermos AMIGOS!


FELIZ DIA DO AMIGO para todos os meus queridos amigos! ;**

domingo, 8 de maio de 2011

Descansa no Senhor



Não tenha sobre ti
Um só cuidado qualquer que seja
Pois um somente um
Seria muito para ti
É Meu somente Meu todo trabalho
E o teu trabalho é descansar em Mim
É Meu somente Meu todo trabalho
E o teu trabalho é descansar em Mim


Não temas quando enfim
Tiveres que tomar decisão
Entrega tudo a Mim
Confia de todo coração
É de Deus e não é seu...
É Meu somente Meu todo trabalho
E o teu trabalho é descansar em Mim
É Meu somente Meu todo trabalho
E o teu trabalho é descansar em Mim


(Ludmila Ferber)

sábado, 16 de abril de 2011

Se isso não for Amor

Você tem valor!

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$100,00. Ele perguntou: “Quem de vocês quer esta nota de R$100,00?”. Todos ergueram a mão...

Então ele disse: "Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas, primeiro,deixem-me fazer isto...". Então, ele amassou totalmente a nota e perguntou outra vez: "Quem ainda quer esta nota?". As mãos, continuavam erguidas...

E continuou: "E se eu fizer isso...". Deixou a nota cair ao chão, começou a pisá-la e esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: "E agora?... Quem ainda vai querer esta nota de R$100,00”? Todas as mãos voltaram a se erguer.

O palestrante voltou-se para a platéia e explicou: "Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor. Essa situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância. Mas, não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa! Nada disso altera a importância que somos! O preço de nossas vidas não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fazemos e sabemos!".

Você é muito importante
(Autoria desconhecida)


E saiba... Para Deus nós somos como essa cédula de R$100,00! Podemos estar amassados, humilhados, sujos por nossos pecados... não importa a situação que estejamos, nós não perdemos o nosso valor! Nós fomos comprados por um alto preço! O preço de nossas vidas foi pago pelo sangue do cordeiro, lá cruz do calvário! Por amor a mim e por amor a vc! Portanto, lembre-se disso: VOCE TEM VALOR!


Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus. 1 Coríntios 6:20 

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Adorar o Deus de Amor!


A questão do amor é muito importante! Imagine a pior pessoa do mundo! Imaginou?? Pois Deus a ama! Odeia seus pecados, como odeia os meus e os seus, mas ama o indivíduo. Ainda que seja difícil de imaginar é verdade! Deus nos ama completa e continuamente. Nada do que você possa fazer o levará a amá-lo com mais ou menos intensidade.

 Ainda que a criança haja de modo a desgostar os pais, eles não deixam de amá-la. O mesmo ocorre com o Pai celestial. Seu amor está sempre disponível, não importa o que você faça. O amor das pessoas por nós oscila de acordo com seu sentimento por nossas ações. Deus entretanto, não muda. Seu amor por você é eterno, sólido e incondicional! 

Pra Deus sempre temos valor. Lembrei-me de uma historinha... do dinheiro amassado, mas falarei disso numa outra postagem! =) O que eu quero falar aqui é que quando compreendemos o quanto Deus nos ama, não podemos senão louvá-lo por isso! E não há nada que produza mais cura, restauração ou transformação de vida do que a adoração! 

As ocasiões em que mais sinto o amor de Deus é quando me encontro com um grupo de pessoas reunidas para louvar. Uma dinâmica extremamente poderosa acontece quando as pessoas adoram juntas! Uma vez que você sinta o amor de Deus quando louva e adora em conjunto, não vai mais desejar viver sem isso.

Deus não deseja que o louvemos e o adoremos apenas com os lábios, mas de todo o coração. "Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens," (Isaías 29:13)
. Ele não deseja que o louvemos só porque alguém disse para fazê-lo, mas porque o amamos!

E não importa onde você esteja, o importante não é o lugar onde você o adora, mas sim a atitude de coração e da mente. É a realidade espiritual em harmonia com a presença de Deus em nós. Pois a partir do momento que admitimos Jesus como Senhor e Salvador de nossas vidas, passamos a ser casa de Deus. O lugar da adoração subordina-se a pessoa. Então, não importa onde você esteja... ADORE!!!
Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. (João 4:21)

Uma das coisas maravilhosas que acontece quando adoramos o Deus amoroso é que Ele nos enche com seu amor e passamos a ser esse canal de amor para os outros. Seu amor por nós faz crescer nosso amor pelas pessoas, algumas das quais talvez nem pensássemos em amar.  

Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. (João4:23)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Amor

Eu poderia falar todas as línguas
que são faladas na terra e até no céu,
mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam
como o som de um gongo ou como o barulho de um sino.
Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus,
ter todo o conhecimento, entender todos os segredos
e ter tanta fé, que até poderia tirar
as montanhas do seu lugar, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada.
Poderia dar tudo o que tenho
e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado,
mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.
Quem ama é paciente e bondoso.
Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso.
Quem ama não é grosseiro nem egoísta;
não fica irritado, nem guarda mágoas.
Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada,
mas se alegra quando alguém faz o que é certo.
Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência.
(1 Coríntios 13:1-7)


Que lindo texto esse de 1Coríntios 13:1-7! Ultimamente, Deus tem me falado tanto em amor... e eu sinto o seu amor, eu vejo o cuidado dele para comigo! O amor dele me constrange!!! Por isso quis manifestar um pouquinho aqui.  Em minhas orações tenho pedido ao SENHOR que me ensine a amar! Que derrame sobre o meu coração esse amor!


A Bíblia fala que chegará um tempo em que por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará (Mateus 24:12). Acho realmente que já chegou esse tempo. Olhe para o lado... tanta violência, tanto terrorismo acontecendo... pai matando filho, filho matando pai... e agora aparece um indivíduo numa escola matando crianças e adolescentes inocentes! Entretanto, não devemos nos desanimar. E, sobre tudo isto, devemos nos revestir de amor, que é o vínculo da perfeição. (Colossenses 3:14) Devemos ser aperfeiçoados em amor! E o verdadeiro amor vem de Deus! Por isso...

Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.
Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.
Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.
Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros.
(1João 4:7-11) 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Entre a Fé e a Razão

Deus prometeu dar-lhe uma descendência poderosamente numerosa (Gn 12:1-3), por meio da qual todos os seus opostos seriam abençoados. A posteridade era considerada uma das mais ricas dádivas divinas, enquanto a esterilidade era considerada vergonha, maldição e motivo de repúdio (Gn. 16:1-4 cf. Os. 9:14; Lc. 1:25). Sara, sua mulher era estéril (Gn. 16:1), estava avançada em dias (Gn. 17:17, 18:11) e a promessa ainda não havia se cumprido. Idoso, Abraão ouve novamente a promessa de Deus, aproximadamente 20 anos depois que foi mencionada pela primeira vez (Gn. 15:1-4). Neste episódio Deus lhe mostrou as estrelas nos céus e reafirmou : "Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse : Será assim a tua posteridade". Apesar de toda circunstância que poderia dizer : "Abraão, caia na real, seu Deus não existe, essa sua expectativa é um mecanismo de defesa da sua mente que rejeita a frustração de não ter filhos"; ele agiu assim : "Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça" (Gn.15:6). Em outra ocasião Deus insistiu : "Far-te-ei fecundo extraordinariamente, de ti farei nações, e reis procederão de ti" (Gn. 17:6).

Após aliança, Deus, como era de se esperar, cumpriu a promessa no tempo determinado por Ele e Sara, idosa, estéril e desconfiada, gerou Isaque, filho de Abraão e herdeiro da promessa (Gn. 17:18-22, 21:1-4). O momento mais dramático foi quando, depois de tudo, Deus lhe pediu Isaque por meio de sacrifício (Gn. 22:1-18). Abraão estaria louco de matar seu único filho a pedido de Deus ? Seria realmente Deus pedindo a prática de infanticídio ? Não seria mais convincente acreditar que era o diabo ? Todas estas perguntas poderiam facilmente ser feitas por qualquer pessoa se estivesse diante de tamanho drama de ter de sacrificar seu filho a pedido de Deus.

No Livro de Gênesis, os personagens tinham uma relação muito mais direta com Deus que os crentes dEle de hoje. Lemos muitas autênticas histórias em que Deus falava com os Seus como se estivesse sentado ao lado de cada um. O diálogo era literal e direto. Neste mundo, a identidade do Ser que pediu o sacrifício não poderia ser posta em dúvida. Abraão sabia que era realmente Deus quem lhe falara. Paralelamente, em nossa época, ninguém pode estar certo sobre ouvir a voz de Deus quando o que Ele pede vai além da nossa lógica ou ambições pessoais mais protegidas e que nos fazem sentir seguros. Quando "ouvimos" um pedido que combina com nossas expectativas, não importamos se quem pede é Deus, apenas aceitamos como se fosse. Daí temos o resultado de tantos absurdos praticados em nome de Deus como atos terroristas, pressão sobre os fracos na fé para explorar suas finanças, manipulação da agenda das pessoas para manter a igreja cheia sob a chantagem de serem perseguidas por supostas maldições e até de perderem a salvação caso não consigam carregar todos os fardos do legalismo e fanatismo religioso.

Abraão confessou e praticou tamanha fé que se tornou paradigma para todos os crentes em todos os tempos. Sua história é de fé genuinamente aprovada por Deus.

Mas se histórias como essas tratam da natureza da nossa fé em Deus, qual é a mensagem ? A fé antecede a obediência. Deus já tinha prova de que Abraão cria (Gn. 15:6), a obediência neste caso é apenas uma expressão da profundidade da fé e não propriamente de sua existência. A história de Abraão, desde que foi chamado por Deus para deixar sua terra e histórias familiares ali construídas para um lugar sem qualquer informação de destino (Gn. 12:1), demonstra que uma pessoa de fé verdadeira pode não precisar de provas para exercê-la, sendo este capaz inclusive de ir além delas, simplesmente por acreditar que mesmo um pedido sem sentido óbvio tem da parte de Deus propósito aprovado além da compreensão humana. Esta fé está firmada no Ser de Deus, e não exige comprovações externas pelo pressuposto da dúvida sobre quem Ele é.

Abraão é o personagem da fé verdadeira, não exigiu provas para crer, simplesmente creu em Deus a despeito de filosofias que justificam seus atos diante de humanistas que preferem crer que são resultados do acaso cósmico.

Antes de verdadeiramente sacrificar seu filho Deus o impediu e foi revelada a profundidade da fé que Ele espera de cada um de nós. Ele realmente, na lucidez da sua alma, executaria seu filho. Certamente acreditaria que o mesmo Deus que estabeleceu a aliança da qual seu filho foi resultado e por meio de quem sua descendência se tornou numerosa, ao pedir o sacrifício de seu único filho, Isaque, Ele providenciaria um meio e manifestaria Sua fidelidade, mesmo que Isaque tivesse de ser ressuscitado. Não hesitou momento algum desobedecê-lo.

Creia em Deus. (escrita por Ericson Martins)

Fonte: http://reflexoesecotidiano.blogspot.com/


Quando ouviu o filho perguntar:
E o Cordeiro onde está?
Seu coração sangrou
Quando ouviu o pai lhe responder:
Deus irá prover!
Seu coração temeu


E lado a lado em silêncio os dois choraram
Ao verem chegando o lugar da decisão
Um pedido assim que parte o coração
Como escolher entre a fé e a razão


Quando dizer "não", é opção
E a fé te pede um: Sim
Quando é preciso enfrentar
E a alma quer fugir
É dificil ser como Abraão
E o filho entregar
Ser Isaque e deitar-se
Sobre as pedras do altar


Quando ouviu o filho perguntar:
E o Cordeiro onde está?
Seu coração sangrou
Quando ouviu o pai lhe responder:
Deus irá prover!
Seu coração temeu


E lado a lado em silêncio os dois choraram
Ao verem chegando o lugar da decisão
Um pedido assim que parte o coração
Como escolher entre a fé e a razão


Quando dizer "não", é opção
E a fé te pede um: Sim
Quando é preciso enfrentar
E a alma quer fugir
É dificil ser como Abraão
E o filho entregar
Ser Isaque e deitar-se
Sobre as pedras do altar


Quando dizer "não", é opção
E a fé me pede um: Sim
Quando eu preciso enfrentar
Minha'alma quer fugir
Eu preciso ser como Abraão
E tudo entregar
Ser Isaque e deitar-me
Sobre as pedras do altar


É preciso coragem pra subir
É preciso ter fé pra aceitar
É preciso ter força e dizer: sim
E deitar-se sobre as pedras do altar

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Jesus faz da Oração um Hábito

E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava. Marcos 1:35

Hábito é uma ação ou um comportamento regular e repetitivo - uma prática permanente. O hábito de Jesus de orar fica claro nos quatro Evangelhos. Para estar a sós com Deus e orar, levantava bem antes do dia nascer e, sozinho, dirigia-me a um lugar ermo. A oração era o elo vital entre ele e o Pai, e Jesus fazia disso uma prioridade em sua vida.

A maioria de nós luta pra encontrar espaço no dia para a oração. Mas quando não reservamos tempo para orar, é como dizer que não acreditamos que a oração seja realmente necessária. Jesus nos deu o maior exemplo de oração habitual e fervorosa. Se o Filho de Deus - o único homem perfeito que já viveu - sabia que não podia agir sem orar, quanto mais nós precisamos ser dependentes de Deus o suficiente para reservar tempo diariamente para orar!

E como fazer da oração um hábito???

Precisamos determinar o momento do dia em que podemos estar sozinhos com Deus, caso contrário a oportunidade vai escorregar-nos dos dedos.

De tarde e de manhã e ao meio dia orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz. Salmo 55: 17

Davi separava três momentos em seu dia para estar com Deus, talvez para você seja melhor um horário no meio da manhã ou na hora do almoço. Eu gosto de fazer isso assim que me levanto, pela manhã e assim todo o meu dia fica bom! Mas não importa a hora em que o faça, o objetivo é reservar tempo para a oração diária a fim de torná-la um hábito. 


Peça a Deus que o ajude a conseguir tempo necessário para passar com ele. O Senhor lhe mostrará o que pode eliminar de sua rotina, ou pelo menos encurtá-la a fim de oferecer-lhe uns 20 ou 30 minutos extras. Assim como você nunca sairia de casa, pela manhã, sem escovar os dentes, tampouco deveria dar ínicio ao dia sem ficar a sós com Deus. Mesmo que seja apenas por alguns minutos, terá começado o dia da maneira certa.

É bom ter papel e lápis a mão ao apresentar-se diante de Deus, a fim de poder escrever o que Ele lhe diz ao coração enquanto ora. Ele pode lembrá-lo de algo que de outra maneira você teria esquecido, ou algo que precisa fazer e sobre o que não havia pensado. 

Uma vez ouvi alguém dizer "Se você fizer em 20 dias, a mesma coisa, no mesmo horário, torna-se um hábito!" Então, assim como Jesus, façamos da oração um hábito!