sábado, 16 de abril de 2011

Se isso não for Amor

Você tem valor!

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$100,00. Ele perguntou: “Quem de vocês quer esta nota de R$100,00?”. Todos ergueram a mão...

Então ele disse: "Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas, primeiro,deixem-me fazer isto...". Então, ele amassou totalmente a nota e perguntou outra vez: "Quem ainda quer esta nota?". As mãos, continuavam erguidas...

E continuou: "E se eu fizer isso...". Deixou a nota cair ao chão, começou a pisá-la e esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: "E agora?... Quem ainda vai querer esta nota de R$100,00”? Todas as mãos voltaram a se erguer.

O palestrante voltou-se para a platéia e explicou: "Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor. Essa situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância. Mas, não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa! Nada disso altera a importância que somos! O preço de nossas vidas não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fazemos e sabemos!".

Você é muito importante
(Autoria desconhecida)


E saiba... Para Deus nós somos como essa cédula de R$100,00! Podemos estar amassados, humilhados, sujos por nossos pecados... não importa a situação que estejamos, nós não perdemos o nosso valor! Nós fomos comprados por um alto preço! O preço de nossas vidas foi pago pelo sangue do cordeiro, lá cruz do calvário! Por amor a mim e por amor a vc! Portanto, lembre-se disso: VOCE TEM VALOR!


Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus. 1 Coríntios 6:20 

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Adorar o Deus de Amor!


A questão do amor é muito importante! Imagine a pior pessoa do mundo! Imaginou?? Pois Deus a ama! Odeia seus pecados, como odeia os meus e os seus, mas ama o indivíduo. Ainda que seja difícil de imaginar é verdade! Deus nos ama completa e continuamente. Nada do que você possa fazer o levará a amá-lo com mais ou menos intensidade.

 Ainda que a criança haja de modo a desgostar os pais, eles não deixam de amá-la. O mesmo ocorre com o Pai celestial. Seu amor está sempre disponível, não importa o que você faça. O amor das pessoas por nós oscila de acordo com seu sentimento por nossas ações. Deus entretanto, não muda. Seu amor por você é eterno, sólido e incondicional! 

Pra Deus sempre temos valor. Lembrei-me de uma historinha... do dinheiro amassado, mas falarei disso numa outra postagem! =) O que eu quero falar aqui é que quando compreendemos o quanto Deus nos ama, não podemos senão louvá-lo por isso! E não há nada que produza mais cura, restauração ou transformação de vida do que a adoração! 

As ocasiões em que mais sinto o amor de Deus é quando me encontro com um grupo de pessoas reunidas para louvar. Uma dinâmica extremamente poderosa acontece quando as pessoas adoram juntas! Uma vez que você sinta o amor de Deus quando louva e adora em conjunto, não vai mais desejar viver sem isso.

Deus não deseja que o louvemos e o adoremos apenas com os lábios, mas de todo o coração. "Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens," (Isaías 29:13)
. Ele não deseja que o louvemos só porque alguém disse para fazê-lo, mas porque o amamos!

E não importa onde você esteja, o importante não é o lugar onde você o adora, mas sim a atitude de coração e da mente. É a realidade espiritual em harmonia com a presença de Deus em nós. Pois a partir do momento que admitimos Jesus como Senhor e Salvador de nossas vidas, passamos a ser casa de Deus. O lugar da adoração subordina-se a pessoa. Então, não importa onde você esteja... ADORE!!!
Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. (João 4:21)

Uma das coisas maravilhosas que acontece quando adoramos o Deus amoroso é que Ele nos enche com seu amor e passamos a ser esse canal de amor para os outros. Seu amor por nós faz crescer nosso amor pelas pessoas, algumas das quais talvez nem pensássemos em amar.  

Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. (João4:23)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Amor

Eu poderia falar todas as línguas
que são faladas na terra e até no céu,
mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam
como o som de um gongo ou como o barulho de um sino.
Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus,
ter todo o conhecimento, entender todos os segredos
e ter tanta fé, que até poderia tirar
as montanhas do seu lugar, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada.
Poderia dar tudo o que tenho
e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado,
mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.
Quem ama é paciente e bondoso.
Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso.
Quem ama não é grosseiro nem egoísta;
não fica irritado, nem guarda mágoas.
Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada,
mas se alegra quando alguém faz o que é certo.
Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência.
(1 Coríntios 13:1-7)


Que lindo texto esse de 1Coríntios 13:1-7! Ultimamente, Deus tem me falado tanto em amor... e eu sinto o seu amor, eu vejo o cuidado dele para comigo! O amor dele me constrange!!! Por isso quis manifestar um pouquinho aqui.  Em minhas orações tenho pedido ao SENHOR que me ensine a amar! Que derrame sobre o meu coração esse amor!


A Bíblia fala que chegará um tempo em que por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará (Mateus 24:12). Acho realmente que já chegou esse tempo. Olhe para o lado... tanta violência, tanto terrorismo acontecendo... pai matando filho, filho matando pai... e agora aparece um indivíduo numa escola matando crianças e adolescentes inocentes! Entretanto, não devemos nos desanimar. E, sobre tudo isto, devemos nos revestir de amor, que é o vínculo da perfeição. (Colossenses 3:14) Devemos ser aperfeiçoados em amor! E o verdadeiro amor vem de Deus! Por isso...

Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.
Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.
Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.
Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros.
(1João 4:7-11) 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Entre a Fé e a Razão

Deus prometeu dar-lhe uma descendência poderosamente numerosa (Gn 12:1-3), por meio da qual todos os seus opostos seriam abençoados. A posteridade era considerada uma das mais ricas dádivas divinas, enquanto a esterilidade era considerada vergonha, maldição e motivo de repúdio (Gn. 16:1-4 cf. Os. 9:14; Lc. 1:25). Sara, sua mulher era estéril (Gn. 16:1), estava avançada em dias (Gn. 17:17, 18:11) e a promessa ainda não havia se cumprido. Idoso, Abraão ouve novamente a promessa de Deus, aproximadamente 20 anos depois que foi mencionada pela primeira vez (Gn. 15:1-4). Neste episódio Deus lhe mostrou as estrelas nos céus e reafirmou : "Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse : Será assim a tua posteridade". Apesar de toda circunstância que poderia dizer : "Abraão, caia na real, seu Deus não existe, essa sua expectativa é um mecanismo de defesa da sua mente que rejeita a frustração de não ter filhos"; ele agiu assim : "Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça" (Gn.15:6). Em outra ocasião Deus insistiu : "Far-te-ei fecundo extraordinariamente, de ti farei nações, e reis procederão de ti" (Gn. 17:6).

Após aliança, Deus, como era de se esperar, cumpriu a promessa no tempo determinado por Ele e Sara, idosa, estéril e desconfiada, gerou Isaque, filho de Abraão e herdeiro da promessa (Gn. 17:18-22, 21:1-4). O momento mais dramático foi quando, depois de tudo, Deus lhe pediu Isaque por meio de sacrifício (Gn. 22:1-18). Abraão estaria louco de matar seu único filho a pedido de Deus ? Seria realmente Deus pedindo a prática de infanticídio ? Não seria mais convincente acreditar que era o diabo ? Todas estas perguntas poderiam facilmente ser feitas por qualquer pessoa se estivesse diante de tamanho drama de ter de sacrificar seu filho a pedido de Deus.

No Livro de Gênesis, os personagens tinham uma relação muito mais direta com Deus que os crentes dEle de hoje. Lemos muitas autênticas histórias em que Deus falava com os Seus como se estivesse sentado ao lado de cada um. O diálogo era literal e direto. Neste mundo, a identidade do Ser que pediu o sacrifício não poderia ser posta em dúvida. Abraão sabia que era realmente Deus quem lhe falara. Paralelamente, em nossa época, ninguém pode estar certo sobre ouvir a voz de Deus quando o que Ele pede vai além da nossa lógica ou ambições pessoais mais protegidas e que nos fazem sentir seguros. Quando "ouvimos" um pedido que combina com nossas expectativas, não importamos se quem pede é Deus, apenas aceitamos como se fosse. Daí temos o resultado de tantos absurdos praticados em nome de Deus como atos terroristas, pressão sobre os fracos na fé para explorar suas finanças, manipulação da agenda das pessoas para manter a igreja cheia sob a chantagem de serem perseguidas por supostas maldições e até de perderem a salvação caso não consigam carregar todos os fardos do legalismo e fanatismo religioso.

Abraão confessou e praticou tamanha fé que se tornou paradigma para todos os crentes em todos os tempos. Sua história é de fé genuinamente aprovada por Deus.

Mas se histórias como essas tratam da natureza da nossa fé em Deus, qual é a mensagem ? A fé antecede a obediência. Deus já tinha prova de que Abraão cria (Gn. 15:6), a obediência neste caso é apenas uma expressão da profundidade da fé e não propriamente de sua existência. A história de Abraão, desde que foi chamado por Deus para deixar sua terra e histórias familiares ali construídas para um lugar sem qualquer informação de destino (Gn. 12:1), demonstra que uma pessoa de fé verdadeira pode não precisar de provas para exercê-la, sendo este capaz inclusive de ir além delas, simplesmente por acreditar que mesmo um pedido sem sentido óbvio tem da parte de Deus propósito aprovado além da compreensão humana. Esta fé está firmada no Ser de Deus, e não exige comprovações externas pelo pressuposto da dúvida sobre quem Ele é.

Abraão é o personagem da fé verdadeira, não exigiu provas para crer, simplesmente creu em Deus a despeito de filosofias que justificam seus atos diante de humanistas que preferem crer que são resultados do acaso cósmico.

Antes de verdadeiramente sacrificar seu filho Deus o impediu e foi revelada a profundidade da fé que Ele espera de cada um de nós. Ele realmente, na lucidez da sua alma, executaria seu filho. Certamente acreditaria que o mesmo Deus que estabeleceu a aliança da qual seu filho foi resultado e por meio de quem sua descendência se tornou numerosa, ao pedir o sacrifício de seu único filho, Isaque, Ele providenciaria um meio e manifestaria Sua fidelidade, mesmo que Isaque tivesse de ser ressuscitado. Não hesitou momento algum desobedecê-lo.

Creia em Deus. (escrita por Ericson Martins)

Fonte: http://reflexoesecotidiano.blogspot.com/


Quando ouviu o filho perguntar:
E o Cordeiro onde está?
Seu coração sangrou
Quando ouviu o pai lhe responder:
Deus irá prover!
Seu coração temeu


E lado a lado em silêncio os dois choraram
Ao verem chegando o lugar da decisão
Um pedido assim que parte o coração
Como escolher entre a fé e a razão


Quando dizer "não", é opção
E a fé te pede um: Sim
Quando é preciso enfrentar
E a alma quer fugir
É dificil ser como Abraão
E o filho entregar
Ser Isaque e deitar-se
Sobre as pedras do altar


Quando ouviu o filho perguntar:
E o Cordeiro onde está?
Seu coração sangrou
Quando ouviu o pai lhe responder:
Deus irá prover!
Seu coração temeu


E lado a lado em silêncio os dois choraram
Ao verem chegando o lugar da decisão
Um pedido assim que parte o coração
Como escolher entre a fé e a razão


Quando dizer "não", é opção
E a fé te pede um: Sim
Quando é preciso enfrentar
E a alma quer fugir
É dificil ser como Abraão
E o filho entregar
Ser Isaque e deitar-se
Sobre as pedras do altar


Quando dizer "não", é opção
E a fé me pede um: Sim
Quando eu preciso enfrentar
Minha'alma quer fugir
Eu preciso ser como Abraão
E tudo entregar
Ser Isaque e deitar-me
Sobre as pedras do altar


É preciso coragem pra subir
É preciso ter fé pra aceitar
É preciso ter força e dizer: sim
E deitar-se sobre as pedras do altar

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Jesus faz da Oração um Hábito

E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava. Marcos 1:35

Hábito é uma ação ou um comportamento regular e repetitivo - uma prática permanente. O hábito de Jesus de orar fica claro nos quatro Evangelhos. Para estar a sós com Deus e orar, levantava bem antes do dia nascer e, sozinho, dirigia-me a um lugar ermo. A oração era o elo vital entre ele e o Pai, e Jesus fazia disso uma prioridade em sua vida.

A maioria de nós luta pra encontrar espaço no dia para a oração. Mas quando não reservamos tempo para orar, é como dizer que não acreditamos que a oração seja realmente necessária. Jesus nos deu o maior exemplo de oração habitual e fervorosa. Se o Filho de Deus - o único homem perfeito que já viveu - sabia que não podia agir sem orar, quanto mais nós precisamos ser dependentes de Deus o suficiente para reservar tempo diariamente para orar!

E como fazer da oração um hábito???

Precisamos determinar o momento do dia em que podemos estar sozinhos com Deus, caso contrário a oportunidade vai escorregar-nos dos dedos.

De tarde e de manhã e ao meio dia orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz. Salmo 55: 17

Davi separava três momentos em seu dia para estar com Deus, talvez para você seja melhor um horário no meio da manhã ou na hora do almoço. Eu gosto de fazer isso assim que me levanto, pela manhã e assim todo o meu dia fica bom! Mas não importa a hora em que o faça, o objetivo é reservar tempo para a oração diária a fim de torná-la um hábito. 


Peça a Deus que o ajude a conseguir tempo necessário para passar com ele. O Senhor lhe mostrará o que pode eliminar de sua rotina, ou pelo menos encurtá-la a fim de oferecer-lhe uns 20 ou 30 minutos extras. Assim como você nunca sairia de casa, pela manhã, sem escovar os dentes, tampouco deveria dar ínicio ao dia sem ficar a sós com Deus. Mesmo que seja apenas por alguns minutos, terá começado o dia da maneira certa.

É bom ter papel e lápis a mão ao apresentar-se diante de Deus, a fim de poder escrever o que Ele lhe diz ao coração enquanto ora. Ele pode lembrá-lo de algo que de outra maneira você teria esquecido, ou algo que precisa fazer e sobre o que não havia pensado. 

Uma vez ouvi alguém dizer "Se você fizer em 20 dias, a mesma coisa, no mesmo horário, torna-se um hábito!" Então, assim como Jesus, façamos da oração um hábito!